sábado, 31 de março de 2018

Inflamação celular – como saber se já tem?


Uma das grandes preocupações da dieta da Zona é combater a inflamação celular de modo a impedir o desenvolvimento das doenças crónicas e degenerativas, como diabetes, infarto do miocárdio, cancro, doença de Alzheimer, hipertensão e obesidade. Por isso é importante você saber se já tem inflamação celular.
Hoje em dia sabemos que a inflamação é a principal causa das doenças crônicas que levam à morte. A inflamação celular silenciosa aparece muitos anos antes do desenvolvimento propriamente dito dessas doenças. Uma mudança da dieta pode por fim a este problema.



Como saber se já tem inflamação celular?

A inflamação celular silenciosa não é fácil de detectar a simples vista. A obesidade pode ser um sinal de inflamação silenciosa, mas nem sempre o excesso de peso é sinónimo de inflamação silenciosa. As pessoas magras também têm inflamação silenciosa.
Há alguns sinais e sintomas gerais que podem dar-nos uma ideia se já temos inflamação silenciosa. O questionário abaixo referido pode dar-nos alguma luz nesse sentido. No entanto, a maneira mais fiável para saber se já temos inflamação celular é através de uma análise de sangue. Não as análises normais de rotina. Mas uma análise especifica, que não é reembolsada pela segurança social, mas que pode ser feita em laboratórios de análises particulares.
É possível que, ao falar com o seu médico, este não esteja a par da “inflamação silenciosa”. No entanto, cada vez mais são os médicos que conhecem e dão a devida importância à inflamação celular e incluso podem mandar pedir esta análise.
Uma maneira fácil e rápida de saber se já tem inflamação silenciosa é responder a um teste. As perguntas e respetivas respostas podem refletir ainda que muito levemente o estado do seu corpo. Este questionário é designado pelo Dr. Barry Sears, informe de inflamação silenciosa.

Questionário para saber se já tem inflamação celular silenciosa

  1. Tem peso a mais?
  2. Tem sempre vontade de comer hidratos de carbono?
  3. Está sempre com fome?
  4. Está cansado, especialmente após realizar muito esforço físico?
  5. Tem unhas frágeis e quebradiças?
  6. Tem o cabelo fino?
  7. Tem prisão de ventre?
  8. Dorme muito?
  9. Custa-lhe muito levantar-se ao acordar?
  10. Tem dificuldade em concentrar-se?
  11. Sente a falta da sensação de bem-estar ou felicidade?
  12. Tem dores de cabeça?
  13. Está sempre cansado?
  14. Tem a pele seca?
Este questionário oferece uma visão um tanto subjetiva, ou seja, não muito real de cada caso pessoal, no entanto pode ajudar a saber se a pessoa já tem inflamação silenciosa. Se responder sim a mais de 3 perguntas, é provável que já tenha inflamação silenciosa.

As causas da inflamação silenciosa

A alimentação atual rica em açucares e desequilibrada em ácidos gordos essências é a principal causa da inflamação celular. Nos últimos 50 anos a alimentação tem vindo a sofrer um aumento continuado do consumo de ácidos gordos ómega-6, e por outro lado, tem-se vindo a verificar uma redução drástica no consumo das gorduras benéficas ómega-3, o que tem sido associado com o aumento das doenças inflamatórias.
A par disto, o consumo de hidratos de carbono refinados, contribui para uma alimentação rica em açúcar, que conjuntamente com o excesso de gorduras ómega 6 desencadearam a atual epidemia de obesidade.

Perfil dos ácidos gordos ómega 6 e ómega 3 no sangue – relação do AA/EPA

A análise de sangue a realizar para saber se já tem inflamação celular mede o perfil dos ácidos gordos ómega 6 e ómega 3, mais propriamente a relação do AA/EPA.
O ácido araquidónico ómega-6 (AA) é o principal representante das hormonas que causam a inflamação, os chamados eicosanoides proinflamatorios (eicosanoides maus). O ácido eicosapentaenóico (EPA) impede a fabricação de eicosanoides maus e potencia a síntese de eicosanoides anti-inflamatórios (eicosanoides bons).
relação do AA/EPA é o marcador de inflamação silenciosa (SIP) mais fiável e que pode alertar-nos se já estamos num estado de inflamação celular. Quanto maior for o SIP, maior o risco. A proporção ideal situa-se entre 1,5 e 3.
Se a relação do AA/EPA é muito alta, mais de 3 (> 3), os níveis de inflamação são elevados. Se a relação do AA/EPA é muito baixa, menos de 1,5 (<1 a="" bact="" bom="" capaz="" combater="" como="" corpo="" de="" defesa="" desejada="" do="" e="" gerar="" inflamat="" m="" n="" natural="" o="" organismo="" p="" para="" pois="" rea="" resposta="" ria="" rias.="" rus="" tamb="" v="">
É preciso que a relação de AA e EPA se mantenha numa área de equilíbrio e a maneira de alcançá-lo é através da nutrição adequada.

Os ácidos gordos ómega 6 são promotores da inflamação

Como sabemos os ácidos gordos ómega 6 e ómega 3 devem ser obtidos da dieta. O corpo não os pode sintetizar. A dieta atual tem excesso de ómega 6, porque estes encontram-se em muitos alimentos, nos óleos vegetais (girassol, milho, amendoim, soja…) e também nos produtos embalados, como bolos, bolachas, gelados, snacks, fast-food, nos fritos…
Os produtos de origem animal, como a carne têm ómega-6, isto porque os animais são alimentados com farinhas e não em pastos, como antigamente. Os peixes de aquacultura também têm ómega 6, porque são alimentados com farinhas. Tudo isto provocou o desequilibro entre os ómega 6 e ómega 3, o que por sua vez piorou a relação de AA e EPA.
O ser humano evolui com uma relação ótima entre estas duas gorduras, pois sabemos que a dieta dos nossos antepassados tinha uma quantidade balanceada entre ómega 6 e ómega 3.
Mas à medida que subiu os ómega-6 na dieta atual, em paralelo, foi diminuindo os ómega-3. A alimentação atual tem 10 a 20 vezes mais ómega-6 do que ómega-3. Em países como os Estados Unidos chega a ter 50 vezes mais. É por isso que o corpo está num estado de inflamação continuo. Ao cabo dos anos surge os problemas cardíacos, Alzheimer, depressão e cancro.

Ómega-3 – gordura anti-inflamatória

Os eicosanoides são moléculas que controlam os níveis de inflamação no nosso organismo. Tanto os eicosanoides bons como os maus são fabricados a partir dos ácidos gordos ómega 6. Então, porque é que os ómega 3, são tão importantes? Porque os ómega 3 vão impedir que a partir dos ómega 6 sejam fabricados mais eicosanoides maus do que bons. Ou seja os ómega 3 vão impedir a síntese de eicosanoides maus a partir do AA (um ácido gordo ómega 6).
Daí que deva haver uma equilíbrio entre estas gorduras no nosso organismo, para que os diferentes eicosanoides se encontrem também em equilíbrio, a fim de evitar a inflamação celular.

Como tratar a inflamação celular

Para equilibrar estas duas gorduras, é preciso tomar cuidados com a nossa alimentação e diminuir as fontes de ómega 6 e aumentar as fontes de ómega 3. Também é muito importante, não fazer uma alimentação alta em hidratos de carbono, porque estes fazem aumentar a insulina, e a insulina aumentada contribui para a produção de AA (a partir dos ómega 6), e o aumento da gordura no corpo.
Se ingerir mais ácidos gordos ómega 3 e menos ácidos gordos ómega 6 para alcançar este equilíbrio, sem ter o cuidado de controlar a sua ingestão de hidratos de carbono, os resultados não serão os mesmos.
Porque se não há o cuidado de manter também os níveis de insulina no sangue estáveis, a insulina é como uma faca de dois cortes, pois além de armazenar gordura, que contribui para a obesidade, tem outra grande desvantagem, estimula a produção de AA (a partir dos ómega 6) e aumenta os eicosanoides maus, os que produzem a inflamação celular.
A relação entre a quantidade de AA e EPA no nosso organismo deve estar equilibrada e isso depende das gorduras essências que obtemos da nossa alimentação.
É, por isso, que um dos grandes fundamentos da dieta da Zona é aumentar a ingestão das gorduras ómega 3, reduzir as gorduras ómega 6, mas também controlar a ingestão de hidratos de carbono, para manter os níveis de açúcar no sangue sempre estáveis. Estes 3 medidas na alimentação representam o melhor tratamento contra a inflamação celular.

terça-feira, 27 de março de 2018

10 Conselhos de como emagrecer comendo de tudo


Você pode pensar que para emagrecer, é necessário fazer aquelas dietas restritivas que fazem você ficar morrendo de fome, querendo comer aquela pizza deliciosa no final de semana, ou um bombom de chocolate que você tanto adora, mas impedida de saborear essas guloseimas…
Não precisa se torturar tanto e tirar tudo aquilo que você realmente gosta de comer. Acredite, existe uma forma de você conseguir emagrecer comendo de tudo.
Para poder perder peso e ter a liberdade de comer de tudo, você só precisa moderar a quantidade de alimentos que vai comer, claro. Pois o perigo de engordar está declarado no excesso do que se come.
Claro que algumas comidas são mais calóricas do que outras, como é o caso das massas, dos doces e de todas aquelas guloseimas que realmente tanto gostamos de comer. Mas, é possível você emagrecer sem se privar totalmente dessas guloseimas. Veja como comer de tudo e mesmo assim ainda conseguir emagrecer!

Como Emagrecer Comendo De Tudo O Que Quiser

1 – Assuma que está acima do peso e deseja emagrecer
Você tem que começar uma dieta com o pé direito. Para isso, você tem que assumir que está acima do peso, e quer sim emagrecer.
Mas, o mais importante é que deseja sim emagrecer de uma forma que não agrida sua saúde e muito menos o seu modo de se sentir bem. Você pode começar uma dieta diferente das outras, uma que seja menos restritiva e te faça sentir bem ao saborear as coisas que gosta de comer.
2 – Autocontrole para evitar os impulsos
Para você conseguir emagrecer comendo de tudo, você tem que garantir que vai controlar os seus impulsos alimentares. Isso quer dizer que vai sim, se sentir livre no direito de comer alguma coisa que gosta, só que em uma frequência menor e numa quantidade inferior do que se comia antes.
3 – Coma de tudo evitando quantidades exageradas
Você pode comer uma pizza, uma fatia dela. Você pode ganhar uma caixa de chocolates até, e comer 1 ou 2 chocolates por dia. Você pode tomar sorvete se quiser, só que menos e apenas 1 ou 2 fins de semana por mês. Ou seja, você pode comer tudo que ainda gosta, só que em quantidades reduzidas.
Não é porque você come o que gosta que vai arruinar a sua dieta, o segredo está na quantidade do que se come. Você já ouviu aquele ditado que diz que “a diferença entre o remédio e o veneno está na dose”? Pois é, isso serve para as dietas também.
4 – Organize seus dias de comer de tudo aos finais de semana
Você pode ter melhor controle sobre os dias em que pode ou não comer uma guloseima. Prefira escolher os finais de semana para se sentir mais livre para comer algo que você gosta. Controle também esses dias, para emagrecer de forma livre e não se prejudicar.
5 – Libere-se para comer algo que gosta nos dias de semana só que menos
Coma o que você sentir vontade, se não resistir não se sinta tão privada para não beliscar algo nos dias de semana. Coma sim, só que bem menos.
6 – Faça exercícios físicos regularmente
E se viu que exagerou um pouco no que comeu, intensifique com mais vontade os exercícios físicos durante a semana. Tente se compensar se exercitando mais vezes e com uma duração maior também.
7 – Prefira comer doces, e outras guloseimas na versão light
Se for comer alguma massa ou doce, prefira a versão light dos mesmos, e mesmo assim, atente-se para comer em uma quantidade bem menor.
8 – Mantenha sua força de vontade concentradas no seu autocontrole
Não desanime, nunca desista de seus objetivos de emagrecer. Você pode sim conseguir emagrecer sem precisar se livrar do que gosta de comer.
Mantenha o foco e o autocontrole, lembre-se das pessoas que conseguiram emagrecer e tenha em mente as fotos do “antes” e do “depois” dessas pessoas. Coloque-se em mente que você também vai chegar lá e poder apresentar o seu “antes” e o “depois” também.
9 – Coma devagar os alimentos
Mastigue muito bem para se saciar muito mais rápido. Você tem que ter paciência para comer devagar os alimentos. Quanto mais você mastigar os seus alimentos, mais o seu cérebro poderá mandar a mensagem ao seu corpo de que sim, você já está comendo e que logo logo poderá deixar de comer por se sentir saciada.
Fazendo essa mastigação mais devagar, você vai se cansar de comer logo, e isso realmente funciona para fazer você comer menos.


Foto:divulgação/Pixabay

sexta-feira, 16 de março de 2018

Alimentação low carb: como funciona? Emagrece mesmo?


Alimentação low carb emagrece e pode te fazer atingir seu peso ideal, veja como funciona seus efeitos e se existem restrições, confira tudo agora sobre a dieta low carb!
A Dieta Low Carb é muito conhecida e seguida por milhares de pessoas ao redor do mundo, e consiste no baixo consumo de carboidratos. Entretanto, há diferentes variações da mesma dieta, com restrições diferentes e tipos de carboidratos que não podem ser ingeridos. O que todas essas variações da mesma dieta possuem em comum é que devem consumir, principalmente, as proteínas de origem animal, para que assim o indivíduo consiga emagrecer e alcançar o peso desejado.
A dieta Low Carb precisa ser feita corretamente para que você consiga emagrecer e atingir seus objetivos. Por isso, a seguir, você descobrirá como ela funciona e todos os detalhes para fazê-la da melhor forma possível!

Alimentação low carb: como funciona? (Foto: Divulgação)

Conheça a dieta Low Carb e os seus objetivos

Como falamos anteriormente, a dieta low carb consiste em diminuir o consumo de carboidratos. Os carboidratos são a nossa fonte de energia; ao deixar de consumi-los, o corpo passará a usar a gordura armazenada como fonte de energia, gastando-a e consequentemente contribuindo para que o indivíduo perca peso.
Em uma alimentação normal, o consumo de carboidratos deve ficar entre 45 e 55% do total de nutrientes ingeridos no dia a dia; na dieta Low Carb, esse consumo deve ficar abaixo de 20%. O objetivo da dieta é justamente fazer com que o corpo utilize a gordura armazenada como fonte de energia, o que irá gerar perda de peso.

Alimentação low carb: como funciona? (Foto: Divulgação)

Alguns benefícios da Alimentação Low Carb

A dieta Low Carb engloba centenas de benefícios para o corpo e o indivíduo. Por exemplo, ao consumir principalmente proteínas, você estará acelerando o metabolismo. Ao ingerir proteínas você estará exigindo muito mais energia do seu corpo, e com isso o metabolismo acaba ficando acelerado. As proteínas consumidas ainda ajudam a controlar o apetite, já que não causam picos de insulina.
Outro benefício muito importante é que deixando de consumir carboidratos, o excesso de líquido presente no seu corpo que causa o inchaço, será eliminado aos poucos. O acúmulo de água acontece porque os carboidratos são responsáveis por repor o glicogênio no fígado e cada grama dessa substância contém 3 gramas de água.

Alimentação low carb: como funciona? (Foto: Divulgação)

Alimentos permitidos na Dieta Low Carb

Diversos alimentos são permitidos na dieta e para que você obtenha bons resultados é fundamental conhecer todos. Por exemplo, você pode comer proteínas de alto valor biológico, como peito de frango, peixe, frutos do mar, carne vermelha magra, ovos, entre outros. Alguns embutidos também podem ser consumidos, mas você deve sempre ficar atento à quantidade de sódio.Há quem goste de tomar também o suco detox por exemplo.
Você também pode consumir frutas com baixo índice glicêmico, como morangos, amoras, cerejas e mirtilos. Também são liberadas gorduras boas como óleo de coco, azeite, nozes, salmão, abacate e atum. Os vegetais como folhas verdes também podem ser ingeridos. Na categoria de bebidas, você pode ingerir café, chás sem açúcar e águas sem gás, além da água natural. O café preferencialmente não deve ser adoçado.

100 receitas Low Carb – ebook

Quem está em busca de emagrecer, mas não quer fazer nada radical. Com certeza já ouviu falar na Dieta Low Carb, que consiste em diminuir a ingestão de carboidratos e focar em proteínas na alimentação. Porém, apesar de muitas pessoas terem resultados rápidos e surpreendentes com essa dieta, muitas desistem no meio do caminho, por não conseguirem manter a alimentação já que comem os mesmo alimentos quase todos os dias. Mas com o Guia 100 Receitas Low Carb é possível ter uma variedade de receitas para seguir firme e forte na dieta e emagrecer sem engordar novamente.

O Ebook Digital 100 dietas Low carb, trata-se de uma compilação das 100 melhores e mais saborosas receitas que não levam carboidrato e ajudam a emagrecer. Todas elas fazem parte do cardápio da famosa dieta low carb, aprovada por especialistas em emagrecimento e vida saudável. Você receberá o Ebook em formato digital, sem ter de se preocupar com entrega de correios nem anda disso. Se você efetuar o pagamento pelo cartão de crédito então o ebook é enviado na hora para o seu email, pois o pagamento é confirmado imediatamento. Já o pagamento por meio de boleto bancário pode demorar até 3 dias após o pagamento do boleto.


sexta-feira, 6 de maio de 2016

Apps de dieta ajudam, mas orientação é essencial; veja os mais populares

Apps de dieta ajudam, mas orientação é essencial; veja os mais populares

Pesquisas concluem que aplicativos ajudam no monitoramento da dieta.
Acompanhamento profissional, porém, continua sendo importante.


A psicóloga Jully Fortunato Buendgens, de 33 anos, foi dos 90 kg aos 60 kg; ela teve ajuda de um aplicativo durante 6 meses da dieta (Foto: Jully Fortunato Buendgens/Arquivo Pessoal)A psicóloga Jully Fortunato Buendgens, de 33 anos, foi dos 85 kg aos 60 kg; ela teve ajuda de um aplicativo durante 6 meses da dieta (Foto: Jully Fortunato Buendgens/Arquivo Pessoal)
Uma busca rápida por programas de emagrecimento nas principais lojas de aplicativo revela dezenas de opções para o usuário. No momento em que 52,5% da população brasileira está acima do peso, os aplicativos de dieta podem ser uma ferramenta interessante de estímulo à alimentação saudável. Mas a orientação de um médico ou nutricionista continua essencial para personalizar as recomendações, dizem os especialistas.

Você sabe o que é uma "High Income Skill"?


A eficácia do uso dos aplicativos já foi testada pela ciência. Um estudo da Universidade do Estado do Arizona publicado em 2014 pelo “Journal of Nutrition Education and Behavior”, por exemplo, concluiu que o uso do aplicativo "Lose It!", popular nos Estados Unidos, aumentou de forma considerável a persistência dos participantes. Eles conseguiram registrar o que comiam com mais fidelidade em comparação aos que usavam papel e caneta para anotar seu cardápio.
Monitoramento facilitado
O endocrinologista Marcio Mancini, da Sociedade Brasileira Endocrinologia e Metabologia - Regional São Paulo (SBEM-SP), observa que o mecanismo da maior parte desses aplicativos é o de registrar sua própria alimentação diária e monitorar a quantidade de comida ingerida.
“O paciente que se automonitora, tanto no registro dos alimentos como nas pesagens, acaba tendo resultados melhores. E o aplicativo só vem facilitar o registro”, diz. “É mais fácil apertar o botãozinho, que já vai fazendo a conta de quanto já foi consumido, do que pegar o papel e fazer na mão.”
O risco, segundo ele, são as orientações generalizadas feitas pelos aplicativos, que podem não ser válidas para todos. Essa também é a opinião do nutricionista Alessandro Aguiar de Oliveira, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. “A maioria propõe uma programação de perda de peso de até 8 kg por mês, quando o indicado é perder de 3 a 4 kg no máximo. Eles também não levam em conta se a pessoa tem alguma patologia como diabetes, por exemplo.”
Menos 25 kg com ajuda de app
Jully, que tem 1,67 m de altura, perdeu 25 kg em dieta (Foto: Jully Fortunato Buendgens/Arquivo Pessoal)Jully, que tem 1,67 m de altura, perdeu 25 kg em dieta (Foto: Jully Fortunato Buendgens/Arquivo Pessoal)













Os que já experimentaram veem pontos positivos e negativos. A psicóloga Jully Fortunato Buendgens, de 33 anos, vivia sob o "efeito sanfona" desde a adolescência. Já estava cansada de oscilar de peso quando resolveu adotar uma dieta de baixo nível de carboidrato há três anos. Foi nessa época que descobriu o aplicativo “Fat Secret”, que ajuda a contar calorias.
Ela diz que o aplicativo foi fundamental em sua reeducação alimentar. “Sou acompanhada por nutricionista e nutrólogo. Mas eles não têm tempo de explicar cada alimento. Dão um quadro geral. O aplicativo serviu para derrubar alguns mitos. Achava que quando comia uva, por exemplo, estava abafando. Descobri pelo aplicativo que tem muito açúcar. Aprendi também o quanto as frutas vermelhas têm substâncias positivas e baixíssimo carboidrato”, exemplifica.
Jully, que é autora do blog “A última dieta da minha vida”, usou o app durante 6 meses. Depois disso, conseguiu continuar a alimentação saudável sem a ajuda da ferramenta. “Com o aplicativo, a gente fica muito focada na dieta. A longo prazo, isso pode fazer com que esse foco todo seja prejudicial, que você vire a chata da dieta. Se cada vez que eu for comer uma banana, tiver que pesar para saber quantos gramas tem, isso vira uma neurose”, diz.  Ao todo, Jully perdeu 25 kg desde que começou a dieta: foi dos 85 kg aos 60 kg.
A nutricionistra Camila Wildberger Lisboa testou aplicativo para verificar se era seguro (Foto: Camila Wildberger Lisboa/Arquivo Pessoal)A nutricionistra Camila Wildberger Lisboa testou
aplicativo para verificar se era seguro (Foto: Camila
Wildberger Lisboa/Arquivo Pessoal)
Sem acompanhamento, é arriscado
A nutricionista Camila Wildberger Lisboa também resolveu testar um desses aplicativos, o “My Fitness Pal”. A ferramenta chamou sua atenção quando sua irmã começou a usá-lo e perdeu 5 kg em pouco mais de dois meses.
Ela viu como positivo o fato de esse aplicativo funcionar como uma rede social e poder servir como uma ferramenta para ser usada entre o nutricionista e seus pacientes. “Você pode acompanhar todo o cardápio de quem está na sua rede. Assim é possível que um nutricionista acompanhe a evolução do paciente pelo aplicativo”, diz. "Para o nutricionista, é excelente, pois é um diário de tudo o que o paciente comeu", acrescenta.
Camila alerta que fazer a dieta sem acompanhamento, porém, é arriscado. “Coloquei os meus dados e o aplicativo calculou uma dieta de 1.200 calorias para mim. Sei que isso é muito pouco. Desse jeito, ele pode incentivar as pessoas a fazerem uma dieta hipocalórica que pode ser prejudicial.”
Veja os aplicativos de dieta gratuitos que estão entre os mais baixados atualmente na loja de aplicativos App Store, da Apple, no Brasil:
Dieta e Saúde
Aplicativo Dieta e Saúde propõe emagrecimento com base na dieta dos pontos (Foto: Reprodução)Aplicativo Dieta e Saúde propõe emagrecimento com base na dieta dos pontos (Foto: Reprodução)













Trata-se de um programa baseado na dieta dos pontos. Cada alimento vale um número determinado de pontos e o usuário tem um limite de pontos que pode consumir durante o dia. Para seguir o programa, basta registrar tudo o que se come e ver quantos pontos ainda pode consumir. Existe a opção de o usuário pagar uma assinatura do programa Dieta e Saúde e ter acesso a mais recursos do aplicativo.
TecnoNutri
Tecnonutri está entre os aplicativos de dieta mais baixados na loja de aplicativos App Store, da Apple (Foto: Reprodução)Tecnonutri está entre os aplicativos de dieta mais baixados na loja de aplicativos App Store, da Apple (Foto: Reprodução)
Neste aplicativo, o usuário define qual dieta quer seguir e o aplicativo avisa quando e o que a pessoa deve comer. Com base nos dados do usuário, o app define quantas calorias diárias ele deve consumir. A ferramenta também se baseia no princípio de registrar todos os alimentos consumidos. Com esse registro, o programa pode criar uma pirâmide alimentar para verificar se os nutrientes estão distribuidos corretamente. Segundo o desenvolvedor, o banco de dados do app tem os valores nutricionais de mais de 2 mil alimentos.
MyFitnessPal
Aplicativo MyFitnessPal funciona como calculadora de calorias (Foto: Reprodução)Aplicativo MyFitnessPal funciona como calculadora de calorias (Foto: Reprodução)
É uma calculadora de calorias que tem em sua base de dados mais de 5 milhões de alimentos, segundo o desenvolvedor. Para registrar o consumo de alimentos industrializados, é só escanear o código de barras para acessar suas informações nutricionais.
Ao se cadastrar e registrar suas informações, a ferramenta cria um programa de dieta e de exercícios para o usuário. Também é possível conectar-se com amigos e ver como eles estão se saindo em suas dietas, como em uma rede social.
Meu Orientador de Dieta
App Meu Orientador de Dieta é voltado exclusivamente para mulheres (Foto: Reprodução)App Meu Orientador de Dieta é voltado exclusivamente para mulheres (Foto: Reprodução)













Voltado exclusivamente para as mulheres, esse aplicativo tem como principal característica o tom motivacional. A usuária é incentivada, por exemplo, a registrar fotos que inspirem a perda de peso. Ela também pode receber dicas de perseverança e ver citações motivacionais. Para os momentos de fraqueza, o botão "Pânico Contra Desejos de Alimentos" está à disposição para convencer a usuária de não recorrer à pizza e ao chocolate.
Fat Secret
Aplicativo Fat Secret ajuda usuário a contar calorias (Foto: Reprodução)Aplicativo Fat Secret ajuda usuário a contar calorias (Foto: Reprodução)













Também é um contador de calorias que ajuda o usuário a acessar informações nutricionais sobre os alimentos ao escanear o código de barras do produto. O usuário registra sua alimentação e suas atividades físicas como em um diário e é informado sobre quantas calorias ainda pode consumir.

Fonte: G1

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Perigos do excesso de masturbação

Pênis - Crédito: Shutter Stock


 A masturbação é uma prática comum e saudável a todos os homens. É por meio dela que começamos a nos conhecer sexualmente, uma espécie de porta de entrada no mundo do prazer sexual. Sem falar que é algo muito pessoal, e não há uma regra exata sobre como e com que frequência fazer. Mas a famosa e adorada punheta, em excesso, pode fazer mal a você. E os motivos não são apenas relacionados à saúde do pênis, mas existem questões sociais importantes a serem consideradas. Listamos alguns perigos da masturbação sem limites.




MACHUCADOS 
Machucados - Crédito: Shutter Stock
 O excesso de masturbação pode prejudicar diretamente a saúde e aparência do seu pênis. Alguns homens não têm controle sobre o número de punhetas diárias ou semanais e acabam fazendo além da conta. O atrito das várias bronhas que você bate pode machucar a região.

O VÍCIO E OS LUGARES INAPROPRIADOS 
O vício e os lugares inapropriados - Crédito: Shutter Stock
 Claro que é possível ficar viciado em masturbação. A pessoa acaba criando uma necessidade de se masturbar várias vezes ao dia ou em momentos e lugares que não são apropriados pra isso. Imagine alguém se masturbando no trabalho e é descoberto por algum colega ou pelo chefe. Ou no ônibus, no avião, etc. É um tema sério. 


PODE ATRAPALHAR O RELACIONAMENTO
Pode atrapalhar o relacionamento - Reprodução

Você pode ficar condicionado a sentir prazer somente quando bate uma punheta, e não na hora do sexo com a sua namorada. Isso certamente vai atrapalhar seu relacionamento. Sua parceira não vai gostar de alguém que só consegue ter prazer sozinho ou pensando em outras garotas.

PODE ATRAPALHAR SUA VIDA SOCIAL 
Pode atrapalhar sua vida social - Crédito: Shutter Stock

 Não é só o relacionamento que pode ser prejudicado por esse excesso. Sua vida social pode acabar ficando de lado pra que você consiga saciar essa vontade que tem de se masturbar sempre, a toda hora. Se você está deixando de fazer as coisas pra bater punheta, você está viciado. E está prejudicando sua própria vida.


terça-feira, 3 de maio de 2016

Saiba 20 benefícios que o sexo oferece para a saúde

Melhora no sono e redução do risco de doenças cardíacas são alguns dos benefícios

Divulgação
A melhora da qualidade do sono, a redução do risco de doenças cardíacas e a diminuição das chances de ter câncer de próstata são apenas alguns dos benefícios oferecidos pela prática de sexo. É o que apontam diversas pesquisas realizadas sobre o assunto em diversos lugares do mundo.



A pesquisa realizada pela Durex Global Sex Survey, por exemplo, mostrou que o sexo melhora o humor para 63% dos homens e 72% das mulheres. O estudo, conduzido no Brasil pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (ProSex), foi realizado em 37 países e avaliou mais de 1 mil homens e mulheres no País, com idades entre 18 e 65 anos. Dentre as características do brasileiro quando o assunto é sexo, estão preliminares curtas, sexo rápido e várias vezes por semana e uso de preservativo.

Ficou curioso para saber quais os benefícios que a prática do sexo oferece para a saúde? Confira a seguir. 

Fazer sexo pode ser tão eficaz para eliminar calorias quanto a corrida 

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Quebec, no Canadá, uma hora de atividade entre quatro paredes queima quase a mesma quantidade de calorias que 30 minutos de corrida na esteira. O estudo constatou que homens gastam 120 calorias em meia hora de sexo, enquanto as mulheres eliminam 90.

Sexo melhora a memória e torna as pessoas mais inteligentes

Segundo uma pesquisa da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, o sexo pode tornar a pessoa mais inteligente e melhorar a memória de longo prazo. Um estudo em ratos de meia-idade constatou que eles fabricaram mais células cerebrais no hipocampo, onde as memórias de longo prazo são produzidas, após o acasalamento. Os cientistas também ligaram a atividade sexual frequente com o aumento da capacidade intelectual. No entanto, os benefícios foram perdidos ao impedir o coito.

Relações sexuais aumentam a imunidade 

Pesquisadores da Universidade Wilkes, da Pensilvânia, descobriram que estudantes universitários que mantiveram relações sexuais uma ou duas vezes por semana tinham níveis mais elevados do anticorpo que protege contra germes, vírus e outros invasores em comparação aos estudantes que fizeram sexo com menos frequência. Outras dicas para manter seu sistema imunológico em dia são: comer de forma adequada, fazer atividades físicas, dormir o suficiente, estar em dia com as vacinas e usar camisinha.

Sexo ajuda a dormir melhor

Você pode cochilar mais rapidamente após o sexo, e por boas razões. De acordo com a psiquiatra Sheenie Ambardar, em West Hollywood, na Califórnia, após o orgasmo, o hormônio prolactina é liberado. Ele é o responsável pelas sensações de relaxamento e sonolência. Outra pesquisa divulgada recentemente apontou que 17% das mulheres britânicas disseram que dormem por mais tempo e mais profundamente depois de terem feito sexo. O estudo foi encomendado pelo Sanctuary Spa e publicado no Daily Mail.

Vida sexual ativa reduz o risco de doença cardíaca

Uma boa vida sexual faz bem ao coração. Além de ser uma ótima maneira de aumentar a frequência cardíaca, o sexo ajuda a manter o estrogênio e os níveis de testosterona em equilíbrio. Segundo o médico Joseph J. Pinzone, diretor médico da Amai Wellness, quando tais hormônios estão em baixa há mais riscos de ocorrer osteoporose e doenças cardíacas.

Sexo alivia o estresse

Níveis elevados de cortisol, o hormônio do estresse, podem levar a diversos problemas de saúde, como altas taxas de açúcar no sangue e ganho de peso. Para reverter este quadro, o sexo pode ser uma boa aposta, já que as endorfinas liberadas durante o ato ajudam a aliviar a tensão e a deixar de lado os momentos ruins do dia. Para a psiquiatra Sheenie Ambardar, em West Hollywood, Califórnia, estar perto de seu parceiro pode aliviar o estresse e a ansiedade.

Orgasmo reduz dores e incômodos

Quando você estiver com dor, antes de tomar um analgésico, que tal ter um orgasmo? Segundo o médico Barry R. Komisaruk, professor da Universidade Estadual de Nova Jersey, chegar ao clímax pode bloquear a dor. O médico afirma que a estimulação vaginal pode acabar com as dores nas costas e nas pernas, além de reduzir cólicas menstruais, sintomas da artrite e, em alguns casos, até mesmo dor de cabeça.

Sexo traz mais felicidade

Se você anda de mau humor e não sabe como melhorá-lo, a solução é simples: ao acordar, continue na cama e pratique sexo matinal. De acordo com uma pesquisa da educadora sexual Debby Herbenick, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, o ato deixa a pessoa feliz ao longo do dia.

Sexo frequente aumenta a satisfação conjugal dos neuróticos

Sexo frequente pode ajudar as pessoas neuróticas, que têm propensão a experimentar emoções negativas, a mudar de humor, além de se chatear e a se preocupar menos. A equipe da Universidade do Tennessee acompanhou 72 casais recém-casados ao longo dos primeiros quatro anos de união. A atividade sexual constante mostrou ser capaz de acabar com o déficit de felicidade dos neuróticos. Segundo os pesquisadores, algumas pessoas encontram no sexo a capacidade de manter a satisfação em dia.

Atividade sexual reduz as chances de câncer de próstata 

Uma pesquisa do Instituto Nacional do Câncer, dos Estados Unidos, mostrou que ter, em média, 21 ejaculações mensais reduz em até 33% os riscos de câncer de próstata.

Orgasmo diminui risco de morte prematura 

De acordo com o British Medical Journal, homens que chegam ao orgasmo frequentemente têm 50% menos chances de morte prematura. Pesquisas mostram que fazer sexo com frequência deixa os homens com aparência mais jovem, podendo parecer até 10 anos mais novos.

Vida sexual ativa reduz a depressão

Orgasmo faz bem para o corpo e para a mente. Segundo o professor de psicologia James Coan, da Universidade da Virgínia em Charlottesville, a prática do sexo libera os hormônios ocitocina e endorfina, que colaboram para a diminuição da depressão.

Relação sexual melhora o humor de homens e mulheres

Pesquisa realizada no Brasil pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (ProSex), mostra que o sexo melhora o humor para 63% dos homens e 72% das mulheres.

Sexo aumenta a longevidade

Mulheres que gostam de sexo vivem mais do que aquelas que não o fazem. De acordo com o médico Michael Roizen, especialista em Medicina Preventiva na Cleveland Clinic, o sexo tem o poder de fazer as mulheres se sentirem de dois a oito anos mais jovens. Os homens podem conseguir o mesmo efeito experimentando de 150 a 350 orgasmos por ano.

Transar tonifica os músculos

Pense em sexo como uma boa sessão de treinamento de força. Durante o ato, você usa muitos grupos musculares e, convenhamos, é muito mais divertido do que fazer agachamento na academia. "Assim como o exercício, a regularidade ajuda a maximizar os benefícios", afirma o médico Joseph J. Pinzone, diretor médico do instituto médico Amai Wellness, nos Estados Unidos.

Fazer sexo combate a dor de cabeça 

Estudo publicado no Cephalalgia, jornal da Sociedade Internacional de Cefaleia, constatou que mais da metade dos participantes que sofriam de enxaqueca e tiveram relações sexuais experimentaram uma melhora nos sintomas, enquanto 20% ficaram completamente curados.

Sexo reduz a diabetes

O sexo pode reduzir o risco da diabetes tipo 2, por melhorar a ação da insulina, segundo um estudo da Journal of the American Medical Association. Além disso, o desempenho sexual pode indicar problemas de saúde: a disfunção erétil, por exemplo, talvez seja sinal de problema no coração.

Fazer sexo melhora a libido

Você quer uma vida sexual mais ativa? Então, aposte no próprio sexo, que tem o poder de aumentar a libido. É o que diz Lauren Streicher, professora-clínica assistente de obstetrícia e ginecologia na Feinberg School da Northwestern University of Medicine, em Chicago. Para as mulheres, o sexo ainda dá um up na lubrificação vaginal, no fluxo sanguíneo e na elasticidade.

Sexo é bom para a autoestima

Um estudo da Universidade do Texas provou que um dos principais motivos para a prática do sexo é a melhora da autoestima. As participantes da pesquisa disseram que a relação sexual com o parceiro faz com que elas se sintam melhores com elas mesmas e com suas formas físicas.

Transar reduz a pressão arterial 

De acordo com Joseph J. Pinzone, diretor médico do instituto médico Amai Wellness, nos Estados Unidos, um estudo descobriu que a relação sexual propriamente dita (não a masturbação) reduz a pressão arterial sistólica.

Fonte: Terra